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Revistas -
reviews
Lobo Sem Limites nº 3
(17/07/2004)
A última edição de “Lobo Sem Limites” chega às
bancas (do Rio e de São Paulo; demais estados só dentro de alguns meses). Não
temos, contudo, o que falar na introdução além do fato de que para opiniões mais detalhadas sobre o conteúdo das
revistas, basta conferir as resenhas sobre a mini original já publicadas no
site Lobo Brasil, já que este review é mais voltado às
características específicas da edição nacional.
História:
É a hora do confronto. Bling Bling conta todo seu plano e parte para a
luta final contra Lobo. Ao mesmo tempo, um bando de canibais do tamanho de um
polegar caçam o último czarniano. E Lobo ainda resolve sua situação no planeta
de homens-bomba. A conclusão sem sentido dessa mini sem sentido :)
Ficha técnica:
Roteiro: Keith Giffen
Desenho: Alex Horley
Pontos positivos /
negativos:
A conclusão da minissérie está num bom nível dentro do que se espera de
um gibi do Lobo: violência, violência e violência. Gratuita, é claro. O ótimo
desenho de Alex Horley, que dá uma qualidade impressionante às cenas de luta,
não livra contudo o leitor da impressão de que Keith Giffen bolou a história
para durar quatro números e precisou dar uma esticada para caber em seis
edições.
De qualquer forma, apesar da maioria das páginas
desse gibi contar apenas com cenas de luta, na segunda parte (equivalente à
sexta edição americana) encontramos várias piadas com referência política,
especialmente as duas últimas páginas, que trazem o presidente George W. Bush.
Por falar nessa passagem, vale a pena parabenizar a tradução que teve a
idéia de trocar o nome citado na piada final de Al Franken (um crítico
do governo Bush pouco conhecido no Brasil) para Michael Moore, tornando a última
cena bem mais compreensível para os brasileiros. Ao menos, para os brasileiros
minimamente bem informados :)
O único “porém” fica por conta da tradução do
balão de texto da capa. No original, Lobo diz “I won!” (“Eu venci!”). No
nacional, colocaram “Esse bundão já era!”. A cena da capa mostra Lobo com ar
superior, coberto de sangue, tendo ao fundo um cenário que lembra o Iraque todo
destruído. Ao falar “Eu venci!”, ele faz uma referência direta a George Bush e
sua “vitória” sobre Saddam Hussein. Talvez o texto na capa brasileira tenha
buscado esse mesmo sentido, ou até um outro sentido misterioso, mas a ligação
direta da situação no Iraque (mote de toda a minissérie) com os acontecimentos
da revista se perdeu.
| Análise
final (notas de 0 a 5): |
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|
Lobo Brasil, trazendo serviços
indispensáveis à internet desde 29 de outubro de 1997.
Todos personagens citados são, em sua maioria,
©
DC Comics, publicados sem autorização, mas com todo respeito ;)
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desde que se cite a fonte, preferentemente com link. Lobo Brasil
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Lucio
Luiz
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